A formação do professor de idiomas

Muitas vezes em suas trajetórias de aprendizado, pessoas se conectam com um idioma de tal forma que decidem se dedicar a ele em tempo integral. Por vezes, a melhor forma de alcançar esse objetivo é unindo o útil ao agradável e transformando esse idioma em uma fonte de renda.

A formação de um professor de idiomas pode ser vasta e diversificada e o que a determina são os públicos e instituições que esse profissional deseja atender. Professores universitários não passam pelos mesmos processos de professores dos chamados “cursos livres”, ministrados em escolas de idiomas, por exemplo.

Para aqueles que trabalham com aulas particulares as possibilidades são infinitas, pois pode-se explorar todos os cursos e plataformas disponíveis e absorver o máximo de todas elas sem limitar-se às metodologias e padrões exigidos pelas escolas.

Tomando como exemplo a formação em Língua Inglesa, as opções vão muito além do curso de Letras. Atualmente, as escolas de idiomas fornecem cursos próprios de capacitação baseados nos métodos utilizados por elas. A CCAA, grande representante do mercado de idiomas do Brasil, oferece em seu Teacher’s Course (Curso para professores) aulas semanais de 1h30 e tem duração de, em média, doze meses. A Faculdade Cultura Inglesa possui cursos de graduação e pós-graduação, além de Extensão Universitária. Além desses dois exemplos outras escolas aderiram à nova tendência.

Cambridge, uma reconhecida instituição inglesa, oferece cursos preparatórios e certificações destinadas exclusivamente a professores, como o CELTA (Certificado para ensinar Inglês a falantes de outras Línguas – em tradução livre), TKT (Teaching Knowledge Test) e CELT–P (Certificado do ensino de Inglês – Primário), além de outros que atendem as mais diversas estruturas de ensino.

Com a tecnologia, a possibilidade de estudar se tornou algo muito mais tangível, mesmo para aqueles professores que não dispõem de tempo para ir a uma instituição. Há uma infinidade de cursos online à disposição e estes fornecem a mesma certificação de cursos presenciais. O Instituto Minsdset oferece cursos para formação de professores em diversos idiomas e oferece aulas online com acompanhamento constante.

Tornar-se um bom professor nunca foi tão possível. As alternativas são inúmeras. Os cursos preparatórios e de formação são excelentes ferramentas para deixar o profissional apto a atuar no mercado. Além disso, as certificações dão credibilidade e passam segurança para novos alunos, principalmente para aqueles que buscam aulas particulares e não contam com a suposta garantia de qualidade e metodologia oferecida por instituições e escolas.

Para mais informações sobre as certificações para professores de Cambridge acesse:
http://www.cambridgeenglish.org/pt/teaching-english/teaching-qualifications/

Por:Fernanda Lopes

Certificação do professor: isso importa?

E como. Quando buscamos um professor particular é importantíssimo que levemos em consideração as qualificações do profissional que procuramos contratar. O nível de conhecimento deste é, muitas vezes, determinado pelas certificações que possui.

O problema está na quantidade de certificados e instituições avaliadoras existentes no mercado. É preciso filtrar todos essas opções e destacar as mais importantes, sempre considerando o idioma que se deseja aprender e os objetivos a serem alcançados com esse aprendizado.

Tomando como exemplo o Inglês, são muitos os certificados que um professor pode (e deve) adquirir para comprovar sua formação. Além dos certificados de validade temporária como TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e o TOEIC (Test of English for International Communication), que são recomendados para quem busca estudar em instituições estrangeiras por um período definido, existem certificações permanentes como o FCE (First Certificate in English), CAE (Certificate in Advanced English) e o CPE (Ceriticate of Proficiency in English), que são reconhecidas mundialmente e determinam o nível de proficiência do professor de uma perspectiva muito mais ampla.

É importante saber que existe uma instituição que controla esses certificados e suas aplicações, o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas, ou CEFR. Os níveis são divididos entre:

Domínio pleno – C2
Proficiência operativa eficaz – C1
Usuário independente – B2
Intermediário – B1
Básico – A2
Iniciante – A1

De acordo com as determinações, para que um professor seja considerado apto para ensinar, é necessário que este possua certificações que estejam entre o C1 e o C2. Existem exceções, por isso é sempre importante definir suas prioridades antes de iniciar a pesquisa.

Para futuros alunos de Francês, vale a pena averiguar se o seu professor possui o DALF (Diploma Approfondi de Langue Française), que classifica o domínio do idioma entre C1 e C2, o que representa domínio pleno. Em Espanhol a principal certificação é o DELE (Diploma de Espanõl como Lengua Extranjera), para o ensino em Alemão deve-se buscar um professor que possua o TestDaF (Test Deutsch als Fremdsprache) e em Italiano uma das principais certificações é o PLIDA (Progetto Lingua Italiana Dante Alighieri).

A principal razão pela qual é importante que seu professor tenha essa bagagem comprovada é que a experiência com esse tipo de avaliação, sua estrutura e técnicas de preparação ajudarão você enquanto aluno a se preparar de forma mais rápida e eficiente. Mesmo que não seja sua intenção tirar os mesmos certificados, eles te oferecem a segurança necessária para saber que optou por um professor comprovadamente competente no idioma que deseja aprender.

Por isso, antes de contratar um professor busque sempre conhecê-lo a fundo e entender sua trajetória de imersão no idioma, esse processo sem dúvida valerá a pena. Bons estudos!

Fonte: Exame.com
Por: Fernanda Lopes